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CÂMARA DE VEREADORES DE LIMOEIRO

» » Audiência pública discute abate clandestino e fechamento de matadouro público em Petrolina


folha limoeiro 15:04:00 0

Por iniciativa do deputado estadual Miguel Coelho (PSB), a Assembleia Legislativa realiza, nesta sexta-feira (06), uma audiência pública sobre o abate clandestino de animais no Sertão do São Francisco e o fechamento do matadouro público de Petrolina. As questões serão discutidas a partir das 10h, na Câmara de Vereadores de Petrolina.

Na audiência, serão ouvidos parlamentares, representantes do Governo do Estado, Ministério da Agricultura, Ministério Público, Adagro, prefeituras sertanejas, universidades e associações de marchantes e de trabalhadores rurais. Os participantes discutirão soluções para combater o aumento do abate clandestino de animais na região, medidas que coíbam o consumo de carne sem devido tratamento, além de alternativas para um novo matadouro que atenda as cidades do São Francisco.

Segundo Miguel Coelho, que preside a Comissão de Agricultura, a audiência será um ponto inicial do trabalho do colegiado para cobrar respostas para essas questões e maior fiscalização sanitária no Sertão. “Chegamos numa situação que afeta a saúde pública não só de Petrolina, mas da região do São Francisco, pois vários municípios eram abastecidos pelo matadouro. Todos os dias recebemos denúncias de abate sem condições de higiene e cobraremos uma postura efetiva da Prefeitura, que tem simplesmente negligenciado um problema sanitário grave. Depois de ouvirmos todos, vamos dar encaminhamentos a essa questão para que os moradores e produtores tenham alguma perspectiva de volta à normalidade”, adianta o deputado socialista.

O matadouro público foi desativado pela Prefeitura de Petrolina no início de fevereiro. Desde a desativação, os produtores e comerciantes de carne passaram a se abastecer em Juazeiro (BA). “Essa questão econômica também é importante porque o custo da carne que vem da Bahia é muito maior por conta do transporte e outras taxas. Muitos marchantes estão sem trabalho desde essa decisão da Prefeitura e o custo do alimento aumentou nas feiras”, acrescenta Miguel Coelho.


​FOTO: Ivaldo Reges​

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