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CÂMARA DE VEREADORES DE LIMOEIRO

» » Tratamento do estrabismo deve ser iniciado na infância


folha limoeiro 17:57:00 0

Oftalmologista Simone Travassos


Embora também ocorra em adultos, o estrabismo é mais comum em bebês e crianças pequenas

Até o quarto mês de vida, é normal que o bebê apresente um pequeno desvio no olhar. Isso se dá porque a criança ainda não coordena direito a movimentação dos olhos. No entanto, caso o desvio persista após os quatro a seis meses de vida, é preciso consultar um oftalmologista para verificar a existência do estrabismo.

Também chamado de desvio ocular, o estrabismo é uma condição que consiste no desalinhamento de um olho. Além da questão estética, o problema também pode causar desconforto, baixa da visão no olho desviado ou visão dupla.

“O desvio ocular pode ser controlado, mas para isso é preciso diagnóstico precoce e tratamento adequado”, diz a oftalmologista Simone Travassos, do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE). O tratamento do estrabismo pode ser clínico ou cirúrgico. Inclui estimulação do olho desviado, exercícios de correção realizados em aparelhos específicos, uso de óculos, cirurgia corretora e até o uso de toxina botulínica. “A escolha da melhor técnica ou uma associação delas será definida após a avaliação médica”, complementa. Embora haja ganhos na autoestima, já que o paciente com estrabismo pode se tornar alvo de “bullying”, os principais benefícios com o tratamento são evitar o aparecimento da ambliopia (baixa da visão) e da diplopia (visão dupla).

Além de congênito, o estrabismo pode surgir ao longo da infância ou na fase adulta. Nesse último caso, pode estar associado a doenças neurológicas, diabetes, infecções virais, traumatismo craniano ou outras enfermidades.

A oftalmologista salienta que a maioria dos pacientes não apresenta sintomas, mas alguns podem ter dores de cabeça, dor nos olhos, queixa de visão dupla e sonolência durante a realização de tarefas visuais (leitura, pintura etc). “Como nem todos os desvios são percebidos facilmente, é fundamental a consulta oftalmológica regular, a cada seis meses nos dois primeiros anos de vida e pelo menos uma vez ao ano após esse período”, reforça. 

Lidiane Dias

Recomendações da oftalmologista Simone Travassos, do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE)

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