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» » Requerimento rejeitado pela situação de autoria do vereador Jose Higino corrigiria um erro grotesco cometido pela Câmara diz o vereador do (PP)

Foto:Jair Ferreira


 A atitude da Câmara de Vereadores de Limoeiro, em permanecer em um suposto erro, pode trazer problemas futuros, para o município no futuro segundo o vereador Zé Higino(PP) que disse não querer fazer parte dele.


Nesta sexta feira (23),aconteceu mais uma reunião da casa professor Agripino de Almeida(Câmara de Vereadores de Limoeiro) a 10ª primeira sessão do primeiro período  de 2018. Na sessão aconteceu mais um capitulo da Novela  projeto 001/2018 e CPI da Limoprev.

Na sessão o vereador Jose Higino (PP),Apresentou um requerimento que solicitava ao presidente da casa professor Agripino de Almeida, a corrigir a ata em que o vereador Zózimo(PRB), entrou com um requerimento que foi aprovado pela maioria, onde o mesmo alteraria o resultado da votação do projeto anteriormente de reprovado como foi dito pelo presidente para aprovado, e que deixou de ser 6X9 na matéria de 2/3, para ser 9x6 em matéria simples segundo o vereador com os artigos apresentado pelo vereador da Lei orgânica e aceito pelo presidente.

E ontem o vereador José Higino, apresentou o requerimento para ser corrigido o que ele chamou de Erro grotesco, pois tratava se de matéria financeira e, portanto matéria de 2/3. Mais a situação bateu o pé e não acatou a solicitação do vereador que para poder chegar a esta conclusão alem estudar muito o regimento interno e a lei Orgânica também oficialmente buscou orientação jurídica a um órgão judicial ou jurídico conhecedor da matéria.

“Infelizmente se confirmar o que eu estou pensando, esta casa vai dar uma demonstração de esta submissa. O requerimento, é um requerimento nada ainda nas vias judiciais, é um requerimento administrativo interno para o presidente da casa, para que ele possa analisar juntamente com a assessoria da casa e para que amanhã nós não possamos ser culpados e acusados de ter feito uma coisa errada para enganar um órgão federal.  Por que na hora que foi aprovado de uma forma que não está previsto na lei, onde eles vão liberar recursos e que amanhã ou depois vão dizer que a gente ficou conivente com essa questão.  Nós não podemos ficar no lugar do que a gente vê aí bota uma matéria e no final ficou envolvido, em uma manobra que foi para conseguir uma certidão e que amanhã ou depois se uma fiscalização vier ,  vai dizer que nós fizemos algo e foi para iniciar e eu não quero estar nesse meio por isso” disse o vereador José Higino(PP).


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