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» » Inquérito no STF pode ligar nome de Paulo Câmara à Operação Lava-Jato

Paulo Câmara está sendo investigado em Inquérito que tramita no STF. Apesar do referido Inquérito estar sob segredo de justiça, o Governo divulgou, recentemente, nota sobre as denúncias relacionadas nos autos. A emissão da nota, por si só, dá respaldo à existência de denúncias envolvendo irregularidades e superfaturamento na construção da Arena Pernambuco.

A Odebrecht venceu a licitação para construir o empreendimento. A construção começou em 2009 e terminou em 2013. Ela custou R$ 479.000.000,00. O BNDES financiaria 75%. O restante seria pago com a exploração do estádio. Devido ao superfaturamento, 100% do valor foi pago pelo BNDES.

De acordo com os autos, Paulo Câmara teria auferido o valor de R$ 200.000,00. Há suspeita de que esse valor foi usado na campanha eleitoral para Governo em 2014, por Câmara. Contudo, a questão mais grave é que, por causa do envolvimento com a Odebrecht, o Inquérito coloca o nome do governador pernambucano diretamente sob os olhos da Lava-Jato.

Na nota que tratou das suspeitas relativas ao Inquérito do STF, o Governo do Estado se defendeu. Declarou que todos os trâmites licitatórios foram respeitados. Declarou, ainda, que o nem o Tribunal de Contas do Estado, nem o Tribunal de Contas da União emitiram qualquer parecer negativo sobre as obras da Arena Pernambuco. No entanto, além do aporte ilegal de recursos para os envolvidos, a suspeita do STF é de que a licitação nem chegou a percorrer os caminhos legais. Talvez ela tenha existido apenas no papel.

Se a conclusão do Inquérito for condenatória, alguns dos crimes cometidos pelo Governador de Pernambuco podem ser: Crime Contra o Sistema Financeiro (Art. 20 da Lei 7.492/86), Corrupção Passiva (Artigo 317 do CPB), bem como Restrição à Competitividade de Licitação (Art. 3º da Lei nº 8.666/93).

Fonte: Portaldeprefeitura.com.br
Autorizada a reprodução mediante a citação da fonte.

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