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» » Próteses falsificadas prejudicam tratamento

Identificar uma prótese falsificada é muito difícil.O ideal é realizar o tratamento com um profissional sério e qualificado

Não é incomum vermos notícias de fábricas de próteses odontológicas falsificadas descobertas e fechadas. Esse é um mercado que dá muito lucro para quem está à frente e muita dor de cabeça para quem é vítima dele. Em 2015, dados da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório (Abimo) já davam conta de que 30% dos componentes protéticos no Brasil sejam falsificados. 
Implantes com componentes protéticos falsificados podem representar um risco para os pacientes. Além desadaptações, é possível ocorrer falhas e fraturas dos componentes e folgas de parafusos. “Esses problemas podem levar o paciente a perder a prótese e ter que refazer o procedimento”, comenta o especialista em próteses da Rede OrtoEstética, Christiano Pinto. Há também o risco de perder o implante, em decorrência de inflamações.  

O Especialista em próteses da Rede OrtoEstética atribui o mercado de próteses falsificadas à busca pelo barateamento dos produtos. “As pessoas querem tanto produtos como procedimentos mais baratos que acabam perdendo na qualidade”, explica o Christiano Pinto. Para evitar qualquer problema, é importante ficar atento a tratamentos com preços abaixo da média do mercado e procurar sempre profissionais sérios e qualificados.
Para tentar driblar esse mercado, hoje, muitas empresas dão garantia vitalícia aos implantes colocados, desde que os componentes protéticos usados sejam produzidos por elas mesmas. Vale ressaltar, ainda, que a atividade é considerada um crime. O Código Penal prevê para o crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto usado para fins terapêuticos ou medicinais, um período de reclusão de 10 a 15 anos, além de multa. 
“Infelizmente, o paciente nunca irá conseguir identificar se uma prótese é falsificada ou não. Algumas vezes, nem o dentista consegue. Por isso, cabe ao profissional de odontologia sempre buscar fornecedores sérios e manter total controle sobre o material que é enviado para o laboratório. Não vale a pena comprometer a qualidade do trabalho por conta um custo menor ou um lucro maior”, conclui o especialista em próteses da Rede OrtoEstética, Christiano Pinto.  

Por Marcela Alves

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